A Revo será a parceira aérea exclusiva do GP São Paulo 2026, pelo terceiro ano consecutivo, e vai conectar a região da Faria Lima ao Autódromo de Interlagos em um trajeto de cerca de dez minutos. A operação reforça a aposta da empresa na mobilidade aérea para quem busca otimizar o deslocamento durante o evento.
Operação de mobilidade aérea no GP São Paulo
De 6 a 8 de novembro, a empresa também assumirá a gestão da operação aérea do Autódromo de Interlagos, incluindo o gerenciamento do heliponto e a coordenação de pousos e decolagens de aeronaves próprias e de terceiros. Na edição anterior, a operação geral movimentou cerca de 400 voos e 1.100 passageiros ao longo dos três dias.
Além do transporte aéreo, a Revo oferecerá traslado terrestre privativo entre o heliponto e áreas VIP do autódromo, como o Paddock e o Grand Prix Club. Na região da Faria Lima, a companhia manterá dois lounges próprios para apoio à operação e ao atendimento dos passageiros. No autódromo, a empresa terá ainda um lounge exclusivo projetado pelo arquiteto e embaixador da marca, Sig Bergamin.
“O GP São Paulo reúne pessoas que chegam ao autódromo para viver um dos grandes momentos do calendário esportivo. Para a Revo, fazer parte desse evento é entender o que essa chegada representa e cuidar de tudo o que vem antes dela. Nossa operação integra transporte terrestre e aéreo em uma jornada door to door, com a precisão, a tecnologia e o conforto necessários para que cada passageiro aproveite melhor o seu tempo. Queremos estar presentes nos momentos que importam”, afirma Patrícia Dib, CMO da Revo.
Revo amplia serviços e reforça estratégia de crescimento
Os clientes poderão optar por voos compartilhados, com reserva por assento, ou por voos privados, no modelo full cabin. Para quem já tem ingresso para o GP São Paulo, a empresa oferecerá assentos compartilhados por R$ 4.900 por trecho, disponíveis no sábado e no domingo, sujeitas à disponibilidade.
Nos voos privativos, os valores variam conforme a capacidade da aeronave e o dia do evento. Na sexta-feira, o helicóptero para até cinco passageiros custa R$ 17.800, enquanto a opção para até oito pessoas sai por R$ 19.900. No sábado e no domingo, os preços passam a R$ 31.000 e R$ 38.000, respectivamente.
A companhia também cobra taxa de atendimento para passageiros em aeronaves próprias e de terceiros, com recepção, acesso ao lounge exclusivo e traslado terrestre de ida e volta no mesmo dia. Os valores são de R$ 14.950 na sexta-feira e no sábado, e de R$ 17.250 no domingo.
Atualmente, a Revo opera rotas fixas para Guarulhos, Fazenda Boa Vista, Quinta da Baroneza e Alphaville. A empresa também oferece voos privados sob demanda para destinos como Ilhabela, Juquehy-Baleia, Maresias, Guarujá e Campos do Jordão.
A Revo pertence ao grupo multinacional de origem portuguesa Omni Helicopters International (OHI), controlador da Omni Táxi Aéreo, e lançou suas operações em agosto de 2023. Recentemente, a empresa anunciou um investimento de US$ 250 milhões para a compra de 50 eVTOLs da Eve, em um contrato que a posiciona como pioneira na operação da tecnologia no Brasil a partir de 2028.
“Cada etapa da chegada ao GP é pensada em detalhes, seja para quem voa com a Revo ou em aeronaves próprias. O evento começa muito antes da largada, com planejamento minucioso, alinhamento com operadores e tripulações, além de procedimentos desenhados exclusivamente para a competição. Segurança e cuidado com cada passageiro fazem parte do nosso dia a dia, fatores que se refletem diretamente no GP de São Paulo”, diz Patrícia.