As patinetes elétricas amarelas da Whoosh vêm ganhando espaço nas ruas de São Paulo e deixando de ser vistas apenas como opção de lazer para entrar, cada vez mais, na rotina de deslocamento diário. Com operação na capital paulista desde a chegada da empresa ao Brasil, em 2023, a companhia já soma mais de 2 milhões de corridas na cidade.
Hoje, a Whoosh opera 3.000 patinetes em São Paulo e afirma ter alcançado 10 mil unidades em circulação no Brasil, em seis capitais. A empresa também informa que já recebeu R$ 340 milhões em investimentos no país, valor distribuído entre Florianópolis, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Recife.
Segundo a empresa, o uso das patinetes acompanha principalmente os horários de ida e volta do trabalho. Em São Paulo, as corridas se concentram entre 7h e 9h e entre 17h e 19h, com maior presença em regiões como Pinheiros, Vila Olímpia e Itaim. A corrida média na capital tem 2,5 quilômetros.
Patinetes elétricas entram na rotina de mobilidade
De acordo com a Whoosh, 40% das corridas são feitas por usuários assinantes, o que reforça o caráter recorrente do serviço. A empresa diz que o uso mais frequente ocorre em trajetos curtos, como o deslocamento entre casa, transporte público, estações e destinos próximos.
“Percebemos que a população tem incorporado cada vez mais a micromobilidade à rotina. Um comportamento que inicialmente estava muito ligado ao lazer vem migrando para o uso diário, especialmente nos deslocamentos de última milha”, afirma Cadu Souza, diretor de Operações da Whoosh.
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Expansão, segurança e operação nas cidades
Além de crescer em São Paulo, a empresa projeta ampliar a frota no país para 20 mil patinetes até o fim de 2026. Desde a chegada ao Brasil, a Whoosh informa já ter ultrapassado 10 milhões de corridas e 1,8 milhão de usuários.
Para organizar a operação, a companhia usa pontos virtuais de estacionamento com geofencing, que definem onde as viagens podem começar e terminar. Também mantém equipes 24 horas por dia, 7 dias por semana, para fiscalização, manutenção, segurança, rebalanceamento da frota e recarga dos veículos.
“A expansão da micromobilidade precisa acompanhar uma operação estruturada, que considere as características de cada cidade e a segurança de quem utiliza o serviço e de quem circula pelas ruas. Por isso, trabalhamos em parceria com as autoridades locais para adaptar a operação à realidade de cada município”, afirma Cadu.