O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil (STEFZCB) confirmou a greve nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, administradas pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), a partir da meia-noite desta terça-feira, 4 de agosto. O atendimento será temporariamente paralisado até que os funcionários retomem os serviços.
Greve e protestos dos ferroviários
Os ferroviários protestam pela manutenção dos empregos, preservação dos postos de trabalho e participação nas discussões sobre a gestão das linhas. A paralisação ocorre após os primeiros dias caóticos sob supervisão da concessionária Trivia Trens, que assumiu a circulação dos trens em caráter emergencial.
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Atuação da CPTM durante a crise
O gerenciamento emergencial por parte da CPTM acontece após a transição da operação para a Trivia Trens. A companhia busca manter o serviço, mas a greve suspenderá temporariamente o atendimento nas linhas afetadas.
Negociações com o governo
As negociações entre a categoria e o Governo do Estado de São Paulo devem continuar nos próximos dias, buscando soluções para a manutenção dos empregos e a gestão das linhas.
Nota do STEFZCB
“NOTA À IMPRENSA
Greve dos Ferroviários da CPTM tem início à 0h desta terça-feira, 4 de agosto
O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil informa que, após deliberação soberana da categoria em Assembleia Geral, está confirmada a greve dos ferroviários da CPTM, com início à 0h desta terça-feira, 4 de agosto de 2026.
A paralisação ocorre porque, mesmo após a reunião realizada nesta segunda-feira com representantes do Governo do Estado e Sindicato, não houve garantia formal de manutenção dos empregos dos trabalhadores da CPTM diante do processo de concessão das linhas ferroviárias.
Sem esse compromisso formal, a categoria decidiu manter a greve como forma de defender os postos de trabalho e o futuro de milhares de famílias.
Desde o início das discussões, o Sindicato buscou todas as alternativas de negociação, apresentando propostas e demonstrando disposição para o diálogo. No entanto, até o momento, não houve compromisso formal que assegure o futuro dos milhares de ferroviários e de suas famílias.
A greve é a última medida a ser usada pelos trabalhadores(as), que seguem unidos na defesa dos empregos, da valorização profissional e da continuidade de um serviço ferroviário de qualidade para a população paulista.
O Sindicato reafirma que permanece aberto ao diálogo e espera que o Governo apresente, com urgência, uma proposta concreta que garanta a preservação dos postos de trabalho e permita o encerramento do movimento paredista.
Serviço:
- Início da greve: 0h de 4 de agosto de 2026;
- Motivo: Falta de garantia formal da manutenção dos empregos dos trabalhadores da CPTM e ausência de avanço nas negociações com o Governo do Estado.
À DIRETORIA”