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quinta-feira, fevereiro 29, 2024

Cerca de 3 mil militares farão segurança da Olimpíada em São Paulo

Aproximadamente 3 mil militares das Forças Armadas vão fazer a segurança da Olímpiada, a partir de agosto, no estado de São Paulo. Algumas partidas do torneio de futebol dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro ocorrerão na Arena Corinthians, em Itaquera, na Zona Leste.

São Paulo será sede de dez jogos de futebol: seis do torneio masculino e quatro do torneio feminino, além da passagem da tocha olímpica. O estado também receberá a aclimatação das equipes dos Estados Unidos, China, Alemanha e Israel. Chefes de estado de alguns países também passarão por São Paulo.

Militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica brasileiros, mais policiais estaduais e de outros órgãos federais, farão a segurança da Olimpíada, que vai 5 a 21 de agosto.

A assessoria de comunicação do Exército em São Paulo informou que serão 40 mil militares atuando na segurança no Brasil, sendo 20 mil deles somente no Rio. Somando-se policiais federais, policiais militares e civis, o número do efetivo salta para 85 mil agentes trabalhando em todo território nacional por conta dos Jogos Olímpicos.

Os agentes envolvidos diretamente na segurança da Arena Corinthians são agentes de elite das forças armadas que poderão ser acionados a qualquer momento para coibir eventuais ataques químicos, contaminações biológicas ou agir no caso de suspeitas de bombas.

“Nós teremos também em São Paulo, a despeito do Rio de Janeiro, um centro mundial de inteligência integrada”, disse o general Gerson Menandro em evento no Comando do Exército em São Paulo.

Equipamentos

Nesta segunda-feira, o oficial vistoriou pela última vez a tropa que irá atuar na Olimpíada em São Paulo. Os soldados apresentaram parte da tecnologia que irão usar se ocorrer alguma emergência.

Além de armas de longo alcance, eles terão barracas para socorrer eventuais vítimas de contaminação química ou biológica. “Essa barraca tem capacidade de descontaminar até 120 pessoas por hora”, disse o capitão Rodrigo Pacheco de Vargas. “Nós teremos três barracas dessas lá no Itaquerão.”

Os treinamentos dos soldados duraram meses. Eles tiveram contato com agentes de países que já viveram ataques terroristas. Também irão usar equipamentos capazes de rastrear elementos químicos no ar.

Fonte: G1

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