As obras do pavimento rígido avançam no corredor central do BRT em Campinas, com frentes ativas nas avenidas Moraes Salles e Orosimbo Maia, além da etapa já concluída na rua Irmã Serafina. No total, o corredor terá 4,1 km de extensão linear com a troca do asfalto por concreto, material mais rígido e duradouro.
Trechos executados e próximos passos
Na avenida Moraes Salles, próximo ao cruzamento com a rua Irmã Serafina, a implantação do piso rígido já alcançou 600 metros, de um total previsto de 740 metros. Já na avenida Orosimbo Maia, na altura da Maternidade de Campinas, a equipe executa a obra em um trecho de 500 metros, dentro de um total de 700 metros.
Conforme o planejamento, a troca de pavimento ocorrerá nas vias Anchieta, Orosimbo Maia, Senador Saraiva, Moraes Salles e Terminal Central. Depois da conclusão dos serviços, as vias também receberão nova sinalização.
Obras do pavimento rígido e investimento federal
O secretário municipal de Infraestrutura, Carlos José Barreiro, afirmou que a obra segue dentro do cronograma. “A obra está dentro do tempo planejado e sendo executada com a qualidade prevista. É uma obra fundamental, porque este tipo de piso é muito mais resistente e duradouro, suporta mais o peso do tráfego de veículos BRT sem desgastar ou deformar, o que proporciona uma operação mais eficiente e de qualidade ao transporte público”, explica.
O investimento na troca de pavimento do corredor BRT soma R$ 16.126.394,34, sob gestão da Secretaria Municipal de Infraestrutura e execução da Compec Galasso, com recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), do Governo Federal.
Segundo a Prefeitura, o prazo total da obra deve se estender por mais cerca de 12 meses. A ordem de serviço foi assinada em 27 de maio deste ano, e os trabalhos começaram em junho, com previsão de duração de 17 meses.
Na rua Irmã Serafina, cerca de 200 metros lineares de pavimento rígido já foram implantados. O conjunto de obras para modernização do BRT na região central conta ainda com recursos de R$ 54.754.841,38 do Novo PAC, valor que inclui a construção de quatro estações de transferência — Anchieta, Orosimbo Maia I, Orosimbo Maia II e Moraes Salles — e a adequação do Terminal Central para receber o sistema. A Prefeitura já homologou a contratação dos projetos executivos das quatro estações.