Começam as obras de construção de 11 km de faixa adicional na rodovia Ayrton Senna, em Mogi das Cruzes

O Governo do Estado de São Paulo, por meio do Programa de Concessões Rodoviárias, sob gestão da ARTESP – Agência de Transporte do Estado de São Paulo, autorizou o início das obras para construção de terceira faixa de rolamento entre o km 45 e o km 56, na rodovia Ayrton Senna (SP-070), em Mogi das Cruzes, na pista sentido capital paulista. Cerca de 90 novos postos de trabalho diretos e indiretos são gerados pelas obras, que são realizadas pela concessionária Ecopistas.

O investimento é de R$ 30,2 milhões. A nova faixa de rolamento eliminará pontos de congestionamento e proporcionará maior fluidez, além de ampliar a segurança de quem circula pela região. A previsão é de que as obras sejam concluídas até junho de 2023.

A concessionária Ecopistas é responsável pela administração e operação do Corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto, com fiscalização da Agência reguladora. Serão beneficiados pela construção dos 11 quilômetros de terceira faixa cerca de 3,7 mil usuários que trafegam diariamente pelo trecho, especialmente os moradores da cidade de Mogi das Cruzes e de outros municípios da região do Alto Tietê.

“O Estado de São Paulo está com obras por todos os cantos. Estamos promovendo o maior programa de recuperação e modernização de estradas da história. Com isso, melhoramos a logística do Estado, ampliamos a segurança e garantimos a mobilidade de todos”, afirmou João Octaviano Machado Neto, secretário de Logística e Transportes.

Desde o ano passado, a concessionária já realiza o deslocamento das fibras óticas do canteiro central no trecho de obras. Essas intervenções antecedem os trabalhos de construção da nova pista propriamente dito. O projeto prevê ainda o alargamento de dois viadutos, no km 51 e no km 46, além de melhorias no pavimento.

“Com a conclusão das obras, teremos um aumento de até 50% na capacidade do tráfego naquele segmento. Outro ganho será na agilidade no escoamento da produção local como as hortaliças e frutas das cidades que compõem o cinturão verde, por exemplo”, explica o diretor-geral da ARTESP, Milton Persoli.