Patinetes elétricos: 32% dos usuários não utilizam capacetes por falta de praticidade

91% das pessoas utilizariam capacetes para andar de bicicletas e patinetes elétricos se ele fosse seguro, prático e leve

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Capacetes KP7
Foto: Divulgação
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Os patinetes elétricos e bicicletas disponíveis para alugar têm se popularizado cada vez mais nas grandes cidades brasileiras.

Essa nova alternativa de transporte facilita consideravelmente a vida de quem precisa se locomover rapidamente entre curtas distâncias. Porém, são poucos os usuários dos patinetes que utilizam o capacete como equipamento de segurança.

Foi então que a Scheeeins se perguntou: mas se usar o capacete pode ajudar a evitar riscos, porque vemos tão poucas pessoas com ele? Pensando nisso, a empresa elaborou o KP7, um capacete de papelão, dobrável e extremamente leve, que pode ser guardado em qualquer bolsa, mochila ou pasta.

Mas para isso um estudo de 11 meses foi realizado para tentar traçar o perfil destas pessoas e entender como oferecer uma solução prática para este problema.

O estudo entrevistou 2.178 pessoas durante 3 dias, todas utilizando bicicletas e patinetes elétricos sem o capacete. Entre os entrevistados, 76% utilizam os chamados “microtransportes” pelo menos uma vez por semana, sendo que 11% fazem uso deste tipo de locomoção todos os dias.

Modelo do capacete
Foto: Divulgação

O que a empresa viu é que entre os principais motivos para não se fazer uso do capacete está no fato de não querer carregar algo tão grande, como observou Victor Reis, Fundador da Scheeeins.

“Chegamos à conclusão que a melhor solução é um capacete prático e fácil de carregar, uma vez que 32% das pessoas opinaram que não usam capacete por ser difícil de carregar no dia a dia. Além disso, 25% das pessoas responderam que não usam porque acreditam não precisar em viagens curtas”, explicou.

Entre todos os entrevistados, 91% usariam o capacete se ele fosse seguro, prático e leve de carregar.

Pensando nos dados apresentados pelo estudo, o KP7 apresenta uma solução interessante, já que foi feita a partir de fibras de celulose e com uma estrutura parecida com um favo de mel, sendo bastante resistente e ecofriendly. Além disso, sua estrutura é construída de um modo que ele seja dobrável. A praticidade do capacete era um dos principais objetivos do projeto.

“Significa que com o KP7 conseguimos atender 57% das pessoas que não usam capacete por não terem um na mão de forma prática e rápida”, afirmou. Dessa forma, é proposta uma solução para os usuários, ainda mais agora que esse tipo de transporte está começando a ser regulamentado.

A Prefeitura de São Paulo, por exemplo, tornou obrigatório o uso do capacete e estabeleceu limites de velocidade para os patinetes elétricos, além de aplicar multas para aqueles que transitarem sem o item de segurança.

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