CPTM faz projetos para acessibilidade em estações de Mogi das Cruzes

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Estação Domingos de Moraes
Foto: Reprodução

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) já concluiu a execução dos projetos básicos e espera a conclusão dos projetos executivos, em fase de elaboração, para a realização de obras nas estações do Centro de Mogi, Braz Cubas e Jundiapeba que contemplem aspectos de acessibilidade e segurança para os usuários. A informação é do diretor-presidente da CPTM, Paulo de Magalhães Bento Gonçalves, que promete, com tais intervenções, “oferecer aos usuários, em especial às pessoas com deficiência, melhores condições de acesso e circulação nessas estações”.

As afirmações do presidente vieram como resposta a uma moção de autoria do vereador Marcos Furlan (PV), aprovada em julho passado, onde ele apelava ao Governo do Estado por mais acessibilidade nos acessos aos trens da CPTM. O problema também foi alvo de recente reportagem deste jornal. Em seu trabalho, Furlan disse que na estação de Braz Cubas, “a acessibilidade é praticamente nula”, pois não a rampa de acesso externa está fora da faixa de pedestre ali existente, “havendo ainda um cesto de lixo que atrapalha e dificulta a locomoção e direcionamento das cadeiras de rodas que não conseguem trafegar pela calçada”.

Segundo o vereador, na Estação de Jundiapeba falta acesso direto da rampa à plataforma para quem se dirige à Estação de Guaianases ou Estudantes, que é muita extensa, “dificultando o acesso de cadeiras, como das pessoas que utilizam muletas, bengalas, ou têm dificuldades para caminhar devido à idade.” As dificuldades para se alcançar o trem a partir das plataformas está presente também na Estação dos Estudantes, conforme denúncia do vereador, que reclama também da falta de corrimão adequado nas escadarias e de piso tátil para os deficientes visuais. O presidente da CPTM informa também que “com os projetos concluídos e aprovados, será iniciado o processo licitatório para execução das obras, na medida da disponibilidade dos recursos orçamentários”. Ou seja, fica o dito pelo não dito.

* Com informações do jornal O Diário

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