A SP-310 chegou a 90% das terceiras faixas pavimentadas em São Carlos, em um conjunto de obras que também inclui marginais, ciclovias, passarelas e novos acessos para reorganizar o tráfego na Rodovia Washington Luís. Com R$ 150 milhões em investimentos, o projeto busca ampliar a capacidade viária e separar os fluxos locais do tráfego de longa distância.
As intervenções são acompanhadas pela Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI) e fiscalizadas pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). Segundo o material divulgado, a obra prevê 19,14 km de faixas adicionais, sendo 10,12 km na pista Norte e 9,02 km na pista Sul, além de 3,1 km de vias marginais, 3,91 km de ciclovias, duas passarelas e o reforço e alargamento de 16 obras de arte especiais.
Obras ampliam SP-310 e reorganizam tráfego urbano
De acordo com o comunicado, cerca de mil empregos diretos participam da execução, e aproximadamente R$ 70 milhões já foram investidos. Em junho, na primeira fase das obras, foram entregues 9,84 km de terceiras faixas, distribuídos entre as pistas Norte e Sul. A conclusão está prevista para o primeiro semestre de 2027.
As marginais devem ligar a região da Avenida Getúlio Vargas, no bairro Jardim Novo Horizonte, à Rua Teotônio Vilela, no Jardim Tangará. Com isso, veículos que circulam entre bairros e acessos de São Carlos passam a contar com alternativas à pista principal da rodovia, o que tende a reduzir conflitos de tráfego e aumentar a fluidez.
SP-310 em São Carlos prevê novos acessos, ciclovias e passarelas
Entre as frentes em andamento, estão os viadutos dos km 235+000, na ligação entre a UFSCar e o Jardim Santa Helena, do km 236+100, entre o Jockey Club e a Vila Mariana, e do km 240+310, conectando o Jardim Embaré ao Parque Fehr. O projeto também prevê o reforço e o alargamento de 14 obras de arte especiais, a implantação de 3,91 km de ciclovias e duas novas passarelas para pedestres.
As intervenções, segundo a SPI, buscam melhorar a segurança e a fluidez do tráfego em São Carlos e preparar a rodovia para as demandas futuras de circulação regional. Assim, a obra amplia a capacidade da via e melhora as condições tanto para deslocamentos urbanos quanto para o transporte de longa distância e de cargas.