Entre 6h34 e 7h17 desta quarta-feira, 27 de agosto, os trens da Linha 1-Azul do Metrô circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada, devido à presença de pessoa na via na estação Conceição.
Problema na Linha 1-Azul afeta Linha 3-Vermelha
Os trens da Linha 3-Vermelha também circularam com velocidade reduzida, entre 6h36 e 7h14, devido a restrições operacionais da Linha 1.
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Foi um suicídio
Ao comentar com o colaborador do metrô que deveriam orientar as pessoas na entrada antes do bloquei das catracas, a alegação foi:
“Não tem funcionário para isso!”.
Quando Vejo duas pessoas paradas olhando o bloquio e nada fazendo para orientação.
Elenco esta ISOs:
Normas e Diretrizes Relevantes:
ISO 39001 (Gestão de Segurança Viária):
Embora não seja específica para estações de metrô, esta norma estabelece requisitos para que organizações reduzam mortes e lesões graves no trânsito, o que se aplica ao planejamento de infraestruturas de transporte.
ISO 45001 (Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional):
Esta norma fornece uma estrutura para a avaliação de perigos e implementação de controles de risco no local de trabalho, essencial para a segurança dos trabalhadores e do público nas instalações de metrô.
NBR 16537 (Acessibilidade em Edificações, Mobiliário e Espaços Urbanos – Acréscimo ou Supressão de Barreira Arquitetônica):
Esta norma técnica brasileira aborda a acessibilidade em estações, incluindo a necessidade de vias livres de obstáculos para o fluxo de pessoas com mobilidade reduzida, o que é crucial para a segurança e fluxo em situações de emergência.
NBR 9050 (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos):
Semelhante à NBR 16537, a NBR 9050 estabelece os critérios e parâmetros para que o ambiente seja acessível.
NBR 9077 (Saídas de Emergência em Edifícios):
Esta norma especifica as larguras mínimas das escadas e os requisitos para sua construção e uso em situações de emergência.
Como estas Normas São Aplicadas:
As normas ISO e as NBRs são frequentemente utilizadas como referências para:
Planejamento de rotas de fuga:
Definir larguras adequadas, rotas desimpedidas e sinalizações para garantir uma evacuação rápida e segura.
Gestão de Riscos:
Identificar e controlar os perigos associados ao tráfego de pessoas, tanto no dia a dia quanto em situações de emergência.
Design da infraestrutura:
Assegurar que as estações e os equipamentos sejam projetados para serem acessíveis a todos, incluindo pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, o que também se aplica a situações de emergência.