PM faz operação para garantir operação dos ônibus da Transwolff e da UPBus

Na manhã desta terça-feira (10), a Polícia Militar está conduzindo uma operação para garantir a circulação dos ônibus das empresas Transwolff e UpBus, as quais estão sob investigação do Ministério Público devido a possíveis ligações com o crime organizado.

Viaturas policiais estão posicionadas tanto dentro quanto fora das garagens das duas empresas, com o objetivo de assegurar a saída e entrada dos coletivos que prestam serviço nas zonas Sul e Leste da capital paulista.

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  • Além disso, a Prefeitura de São Paulo anunciou a presença da Guarda Civil Metropolitana (GCM) em todos os terminais de ônibus dessas duas regiões, buscando não prejudicar o atendimento aos passageiros que estão saindo para trabalhar nesta manhã de terça-feira (10).

    Essas medidas de aumento da segurança estão inseridas na “Operação Impacto’, lançada pelo comando da Polícia Militar com o intuito de evitar interrupções na circulação dos ônibus em São Paulo.

    O comandante-geral da PM, coronel Cássio Araújo de Freitas, durante uma coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (9), afirmou que nenhum ônibus foi retido durante essa operação. No entanto, alertou para a propagação de boatos pelo crime organizado, os quais podem gerar medo e insegurança na população.

    A Operação “Fim da Linha”, conduzida pelo Ministério Público de SP, contou com a participação de 340 policiais do Batalhão de Choque, os quais auxiliaram no cumprimento dos mandados de prisão e busca realizados nesta terça-feira (9).

    De acordo com as investigações do Grupo de Atuação Especial ao Crime Organizado (Gaeco), os envolvidos utilizavam a exploração do serviço de transporte público por ônibus para legitimar valores provenientes de atividades ilícitas, além de ocultar o patrimônio do grupo criminoso.

    A Transwolff e a UPBus, conforme apontado pelo Ministério Público, receberam mais de R$ 800 milhões da Prefeitura de São Paulo no ano passado pelos serviços de operação das linhas de ônibus nas regiões onde atuam. Após determinação judicial, a Prefeitura assumiu a operação das linhas dessas empresas, as quais transportam cerca de 15 milhões de passageiros por mês.

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