Prefeitura de São Paulo investe R$ 650 milhões em programa histórico de recuperação de pontes e viadutos

A Prefeitura de São Paulo está investindo um valor histórico de R$ 650 milhões no maior programa de recuperação e manutenção de pontes e viadutos da cidade.

O objetivo é concluir 300 obras até o final de 2024, superando a meta estabelecida para o período.

O programa foi criado em 2018 com o objetivo de promover inspeções rotineiras e manutenções preventivas, prolongando a vida útil das estruturas.

Desde então, a Prefeitura tem realizado a recuperação de diversas pontes e viadutos em todas as regiões da cidade. Algumas estruturas, como o Viaduto General Olímpio da Silveira, construído em 1939, apresentaram problemas estruturais devido a acidentes e estão passando por obras de recuperação.

Além disso, várias outras obras de reforço e recuperação estão em fase de finalização.

Para a próxima etapa do programa, a Prefeitura já possui licitações publicadas para 53 obras, incluindo importantes vias da cidade.

Atualmente, existem 28 obras simultâneas em andamento e outras 215 em processo de contratação.

Além disso, estão em andamento vistorias e inspeções para garantir a qualidade da infraestrutura viária.

O programa também está utilizando novas tecnologias para acelerar o processo e reduzir os transtornos no trânsito da cidade.

A fibra de carbono está sendo utilizada para reforçar as estruturas, proporcionando resistência sem aumentar o peso.

Plataformas suspensas (QuickDeck) estão sendo instaladas para permitir a execução dos trabalhos sem interdições nas vias.

Além disso, estão sendo aplicados materiais modernos e duráveis para corrigir fissuras no pavimento.

O programa também abrange a recuperação de túneis, com obras emergenciais já realizadas e inspeções em andamento para garantir a segurança dessas estruturas.

A realização de inspeções é uma parte fundamental do programa, permitindo avaliar as condições das estruturas e identificar problemas.

Com base nas inspeções, são definidas as intervenções necessárias e as obras de recuperação são priorizadas.

Esse processo visa minimizar riscos e incentivar uma cultura de manutenção periódica das estruturas.