São Paulo recupera 73% do trânsito pré-pandemia: como tornar a experiência com transporte público mais positiva

Apesar da população retomar o uso de carros particulares, diversificar serviços de transportes pode ser solução para tornar deslocamentos mais fáceis e convenientes

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Trânsito
Imagem ilustrativa - Foto de Darya Sannikova por Pexels.com

Com a retomada das atividades presenciais e a maior flexibilização das medidas restritivas de combate ao Covid-19, o número de carros nas ruas da cidade de São Paulo voltou a aumentar e já é similar aos níveis registrados no cenário pré-pandemia, totalizando cerca de 73,7% do fluxo total. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que monitorou cerca de 868 km de vias na capital, em março de 2019 havia uma média de 103 quilômetros de lentidão diária, enquanto no mesmo mês de 2022, foram registrados 76 km.

Com a alta do preço dos combustíveis, é possível perceber a escassez de carros por aplicativos. Essa situação deixa as corridas mais caras, com maiores tempos de espera e cancelamentos frequentes.

Desde a segunda metade do século XX, o protagonismo dos carros na mobilidade urbana é evidente e não é possível pensar em uma cidade em que não existam, no entanto, é fundamental revisar o espaço que ocupam no ecossistema, já que nem sempre o carro será a opção mais rápida, conveniente e acessível. Para se deslocar de forma eficiente nas cidades, o adequado é saber qual o momento ideal de utilizar cada serviço de transporte no nosso dia a dia.

A diversidade dos meios de deslocamento traz benefícios consideráveis em termos de flexibilidade e economia e põe em pauta a discussão sobre a mobilidade do futuro, que entende a mobilidade como um sistema integrado pelos diversos meios de transportes públicos e privados atuando de modo complementar e provendo opções de transporte para tornar a jornada das pessoas mais conveniente.

Existem algumas plataformas agregadoras de serviços de transporte que promovem esta conexão de forma eficiente, como a Quicko, que se baseiam nas necessidades de cada usuário para sugerir o melhor serviço e tornar o transporte público mais atrativo.

Pensando nisso, confira três dicas para escapar do engarrafamento da cidade e ter uma experiência de deslocamento mais positiva:

  1. Transporte público e meios de transporte ativos

Nos casos de trajetos mais longos, investir no deslocamento por transporte público, como o metrô ou corredores de ônibus, é uma alternativa, para quem quer fugir do congestionamento. Já para os pequenos trechos, é possível substituir os carros por bicicletas e até mesmo a caminhada. Além de driblar os engarrafamentos, a atividade física do dia já está garantida e não há emissão de gases poluentes. Escolher transporte ativo é prezar pela saúde.

  1. Integração de modais

Combinar maneiras de se deslocar é uma estratégia para otimizar a infraestrutura das cidades e promover segurança nos diferentes modais, aumentando a agilidade e a conveniência do trajeto.

Para essa finalidade, o aplicativo da Quicko, por exemplo, pode ser um grande aliado, já que oferece informações sobre as melhores alternativas para a combinação entre meios de transporte como metrô, ônibus, bicicleta e até mesmo caminhadas. Assim, é possível planejar e economizar tempo!

  1. Alertas e notícias em tempo real

Se você está na dúvida sobre utilizar o transporte público, saiba que por meio da tecnologia, aplicativos voltados para o coletivo aumentam a confiança no sistema através de informações em tempo real sobre a localização dos ônibus e rotas disponíveis, como é o caso da Quicko. As plataformas também reúnem informações e alertas em tempo real sobre a situação do transporte público. O aplicativo da Quicko, por exemplo, aposta em reportes de problemas como greve, mudanças de linha ou horários, alagamentos, linhas com lentidão, entre outras. A ferramenta permite previsibilidade e inteligência de dados, atribuindo maior segurança e programação às pessoas e maior eficiência e agilidade das políticas públicas.

O conforto e a experiência positiva de deslocamento são os principais argumentos para justificar o uso dos carros, mas para driblar os possíveis percalços no transporte público, as recomendações acima têm grande valor.

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