CPTM tem novo sistema de higienização de trens

Tecnologia brasileira descontamina ambientes e atua contra vírus, germes e bactérias

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Sistema Limpeza
Foto: Reprodução/Governo do Estado de São Paulo/YouTube

Começou a ser usado nesta terça-feira, dia 23 de junho de 2020, na CPTM, um novo sistema de higienização de trens com pulverização de uma névoa de minúsculas gotículas ionizadas de desinfetantes.

A solução sanitizante usada nesse sistema higieniza e elimina microrganismos e partículas em suspensão, como bactérias, germes e vírus, inclusive o novo coronavírus.

Todos os produtos têm aprovação da Anvisa, da Organização Mundial de Saúde e do Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos.

A CPTM será a primeira empresa de transporte ferroviário a usar essa tecnologia no combate à Covid-19. O processo de higienização interna de cada vagão leva cerca de oito minutos. “O equipamento foi desenvolvido com base em testes feitos pela própria CPTM, mas a mesma tecnologia é utilizada também em hospitais para desinfecção, principalmente em Unidades de Tratamento Intensivo”, explica Vagner Rodrigues, gerente de operação da Companhia.

Para verificar eficácia do produto, o sistema foi testado na CPTM com análise de material coletado no encerramento da operação. “Buscamos constantemente novas formas de higienizar os ambientes. Nossa preocupação é com a saúde dos passageiros e também dos colaboradores que estão na linha de frente nessa pandemia. Soluções eficientes e que ainda possam ser executadas com rapidez vão nos ajudar na transição para um novo normal”, disse o secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy.

O equipamento, de tecnologia brasileira, foi doado para a CPTM pela empresa BioGuard e será usado nos trens das linhas 7-Rubi e 10-Turquesa, em um dos lavadores de trens da CPTM, localizado na Barra Funda, zona oeste da capital paulista.

“Esta é mais uma medida da CPTM para colaborar na prevenção e combate à pandemia, mas pedimos sempre aos nossos passageiros que usem máscaras dentro dos nossos trens e estações e, se possível, que continuem em casa”, afirma Pedro Moro, presidente da Companhia.

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