Metrô desmente boatos sobre onda de estupros em estações

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estação vila mariana
Estação Vila Mariana (Foto: Reprodução/Google Maps)

Nos últimos dias estão circulando pelas principais redes sociais como Instagram e Facebook e pelo aplicativo de mensagens Whatsapp supostos relatos de estupros e tentativas de estupros nas dependências das estações Vila Mariana e Ana Rosa da Linha 1-Azul do Metrô.

O Metrô de São Paulo informa que as mensagens espalhadas pelas redes sociais se tratam de notícias falsas. A empresa informou que no último sábado, dia 18 de agosto, uma jovem solicitou ajuda dos seguranças da Estação Vila Mariana, relatando que foi vítima de crime sexual, mas aconteceu fora das dependências do Metrô. Confira abaixo a nota encaminhada para o Mobilidade Sampa.

“Não há registros desses casos nas dependências do Metrô. Na manhã do sábado (18) uma jovem pediu auxílio aos funcionários da estação Vila Mariana alegando ter sido vítima de crime sexual (fora da estação). Depois de atendida, a jovem recusou encaminhamento hospitalar e foi levada até a casa dos pais pelos funcionários do Metrô.”

O Metrô também informa que entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública e não foram encontrados boletins de ocorrências referentes a crimes sexuais nas delegacias das imediações das estações Vila Mariana e Ana Rosa.

As falsas notícias têm causado um clima de insegurança e tensão entre os alunos de duas instituições de ensino. Os supostos relatos de crimes sexuais dizem que uma estudante teria sido sequestrada e violentada antes de ir à aula do Curso Poliedro na Rua Madre Cabrini. E um outro caso parecido teria acontecido com uma estudante da Faculdade ESPM.

O portal R7 entrou em contato com o Curso Poliedro que informa que acompanha as mensagens de supostos estupros relatados pelas redes sociais na região da Vila Mariana.

“Até o momento, não recebemos nenhum registro que possa confirmar o fato. Ainda assim, lamentamos profundamente o suposto episódio e reforçamos com os alunos e colaboradores as recomendações em relação à segurança. Além disso, solicitamos às autoridades públicas locais reforço no apoio”, diz a nota do Curso Poliedro.

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