Linha 18-Bronze não sai do papel após quatro anos de concessão

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sistema monotrilho
Imagem ilustrativa

O contrato de concessão da Linha 18-Bronze de monotrilho completou 4 anos, as primeiras estações deveriam ter sido inauguradas em 2017, é o que informa uma reportagem feita pelo jornal Diário do Grande ABC. As obras têm um orçamento estimado em R$ 4,26 bilhões, foi licitada por meio de uma Parceria Público-Privada, juntamente com o Consórcio Vem ABC.

Em março de 2015, o governo estadual pediu à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aval para obtenção de empréstimo internacional, no valor de US$ 182,7 milhões junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento. No entanto, a Comissão de Financiamento Externo, que faz parte do Ministério do Planejamento, vetou a transação, alegando que o Governo do Estado de São Paulo não tinha nota fiscal para obter o aporte de recursos, para desapropriar áreas para a construção da linha.

O projeto agora está parado em razão da crise entre gestões. “A Secretaria dos Transportes Metropolitanos está reestruturando o projeto financeiro da linha 18-Bronze. O novo prazo de entrega das obras da Linha 18-Bronze depende da conclusão da reestruturação financeira do projeto”, disse a Secretaria dos Transporte Metropolitanos, ao jornal.

A primeira fase da Linha 18-Bronze contempla aproximadamente 15 km de extensão e 13 estações, transportando cerca de 314 mil passageiros por dia, ligando as estações Tamanduateí e Djalma Dutra, na região central de São Bernardo do Campo.

Linha 18-Bronze do Monotrilho
Mapa da Linha 18-Bronze de monotrilho

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