Ônibus interrompem circulação na USP após ameaça de ataques

Uma suposta ameaça de novos ataques interrompeu por quase cinco horas a circulação de ônibus no câmpus da Universidade de São Paulo, no Butantã, na zona oeste, nesta sexta-feira, (2). Os transtornos fizeram grupos de alunos desistirem de ir para a universidade e alguns professores resolveram cancelar aulas em unidades como a Escola de Comunicação e Artes e a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas.

Funcionários de empresas de ônibus e da segurança da Universidade de São Paulo relataram que, por volta das 11 horas, um Fiat Palio com três suspeitos teria parado perto do Portão 2 e ameaçado balear e incendiar coletivos que circulassem perto da Favela São Remo.

  • Viu algo no trânsito? Acidente, congestionamento ou falha no transporte? Envie agora no WhatsApp (11) 96292-9448 ou marque @mobilidadesampa. Sua informação ajuda milhares de pessoas em tempo real!
  • Siga o Mobilidade Sampa: X/Twitter, Facebook, Instagram, YouTube, LinkedIn, WhatsApp e Telegram.
  • Quer anunciar? Impulsione sua marca! Saiba mais.
  • Um suspeito foi morto e outro ficou ferido pela polícia na Favela São Remo, nesta semana. Na quarta-feira, um ônibus e um táxi foram incendiados, no que os investigadores acreditam ser uma retaliação pela morte.

    Após a ameaça, os ônibus foram recolhidos pelas empresas e levados para fora do câmpus, na Avenida Afrânio Peixoto, onde ficaram estacionados sob escolta policial. Segundo a SPTrans, nove linhas das viações Gato Preto, Sambaíba e Transppass deixaram de operar entre 12h30 e 17h10. Os coletivos circulares também pararam de funcionar.

    A interrupção causou transtornos para funcionários e alunos. Os coletivos deixaram de entrar na Universidade de São Paulo e todos os passageiros precisaram desembarcar no Portão 1.

    Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo (SPUrbanuss) informou que as empresas foram “orientadas pela Polícia Militar a não entrar na área, diante da ameaça recebida por fiscais das linhas”. Segundo o sindicato, os estudantes também teriam recebido a orientação de não permanecer no câmpus no fim da tarde.

    ‘Toque de recolher’

    Nesta sexta, alunos da Universidade de São Paulo receberam mensagens por WhatsApp informando que o suspeito ferido pela polícia havia morrido, e estabelecendo toque de recolher às 16 horas. Para a Polícia Militar, tratou-se de um boato. Mesmo assim, o policiamento no local foi reforçado por medida de cautela.

    Ante a dificuldade de transporte e o receio de possível ataque, alguns alunos decidiram faltar ao curso à noite.

    * Atualização: 22h46

    * Com informações do jornal O Estado de São Paulo

  • Siga o Mobilidade Sampa: BlueSky e Threads.
  • Vai viajar? Economize 30% no seguro. Use o cupom TBTCOM30 e proteja sua viagem. Contratar agora!
  • Sua marca ao lado de quem informa a cidade em tempo real. Participe do Mobilidade 24 Horas!
  • Deixe um comentário