Mulher relata que foi atacada com seringa na Estação Tucuruvi da Linha 1-Azul

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Ao perceber ataque, vítima procurou hospital (Foto: Reprodução/FreeImages)

Mais uma mulher disse ter sido furada por uma agulha dentro do Metrô de São Paulo. A estudante Gabriela da Silva, 20, afirma que foi vítima do crime por volta das 7h do último domingo (4/9) na Estação Tucuruvi, da Linha 1-Azul.

Gabriela Silva disse que estava na plataforma quando o trem chegou e sentiu uma picada em sua nádega. A estudante contou que olhou e só tinha mulheres no local. Gabriela decidiu seguir viagem e, na faculdade, olhou o local em que teria acontecido a perfuração, mas não viu marca ou sangue.

Por precaução, conta ter ido ao Hospital Emílio Ribas. Segundo ela, o médico receitou remédios para prevenir doença contagiosa. “Ele também não achou a marca e disse que pode ter sido um alfinete. Eu não consigo identificar ninguém porque não me lembro das pessoas”, disse.

Ela procurou os seguranças da estação e foi orientada a fazer o boletim de ocorrência.

Segundo a Polícia Militar, de julho até setembro foram registrados 19 casos desse tipo nas estações. Oito casos viraram inquérito e são investigados pela Delegacia de Polícia do Metropolitano. Os demais aguardam representação das vítimas, mas algumas informaram que se confundiram.

A companhia diz que “está à disposição das autoridades policiais para colaborar com a investigação”. Ressalta ainda que “passageiros que presenciarem alguma ocorrência também podem colaborar informando as características do suspeito, por meio do serviço SMS-Denúncia (97333-2252)”. A jovem não confirmou se registrou o boletim de ocorrência.

No dia 31 de julho, um morador de rua foi preso sob suspeita de praticar os crimes em estações da região da Avenida Paulista. Desde então, 18 casos foram registrados.

* Com informações do jornal Folha de São Paulo

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