São Paulo bate recorde e reforça sua liderança no turismo internacional no Brasil ao alcançar, entre janeiro e setembro de 2026, a marca inédita de 2.097.110 turistas internacionais. O resultado representa alta de 4% em relação ao mesmo período de 2025, quando o estado recebeu 2.016.637 visitantes estrangeiros.
Segundo o Ministério do Turismo, o desempenho confirma a posição paulista como principal porta de entrada do país para viajantes de outros países. Em setembro, o estado também registrou avanço, com 209.078 turistas internacionais, acima dos 207.792 contabilizados no mesmo mês do ano passado.
São Paulo lidera a chegada de visitantes estrangeiros
Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, os números mostram a relevância de São Paulo na recepção de visitantes internacionais que chegam ao Brasil. “Com uma oferta diversificada de experiências culturais, gastronômicas, de negócios e de entretenimento, São Paulo fortalece sua posição no cenário turístico internacional. Esse desempenho contribui para movimentar a economia, ampliar oportunidades e gerar emprego e renda para a população”, afirma o ministro.
O governo federal informou ainda que o bom resultado paulista acompanha a expansão do turismo no país. De janeiro a setembro, o Brasil recebeu mais de 7 milhões de turistas internacionais, mantendo o patamar recorde observado no mesmo período do ano passado. Em 2025, o país fechou o ano com recorde histórico de 9,2 milhões de chegadas de estrangeiros.
Turismo internacional impulsiona a economia brasileira
A receita gerada pelos viajantes estrangeiros também atingiu patamar histórico no Brasil. Entre janeiro e agosto de 2026, o setor faturou R$ 38,7 bilhões, o maior valor já registrado para o período. Os dados de setembro serão divulgados no fim deste mês.
Além disso, o turismo doméstico também seguiu em alta. Na aviação nacional, o país transportou 68,3 milhões de passageiros nos primeiros oito meses do ano, crescimento de 4% na comparação com igual intervalo de 2025. No mesmo período, o turismo de negócios movimentou R$ 9,75 bilhões, alta de 8,2% sobre o ano anterior.