O Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Parcerias em Investimentos do Estado (SPI), publicou em 2 de abril de 2026 o edital para a concessão administrativa de seis parques urbanos na capital paulista. Essa iniciativa integra o Programa de Parcerias em Investimentos do Estado de São Paulo (PPI-SP) e tem como objetivo qualificar a gestão, operação, manutenção e infraestrutura desses espaços públicos, reforçando a importância da concessão de parques urbanos em São Paulo para a melhoria da qualidade dos serviços oferecidos à população.
Parques contemplados na concessão de parques urbanos em São Paulo
O leilão, que ocorrerá na modalidade concorrência internacional, está marcado para 7 de julho de 2026, na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). Os parques incluídos no projeto atualmente recebem a gestão da Diretoria de Parques e Parcerias da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil). São eles: Parque da Juventude Dom Paulo Evaristo Arns, Parque Estadual do Belém Manoel Pitta, Parque Ecológico do Tietê – Núcleo Engenheiro Goulart, Parque Vila Jacuí, Parque Maria Cristina Hellmeister de Abreu e Parque Itaim Biacica.
Em 2025, esses parques receberam cerca de sete milhões de visitantes, o que demonstra a relevância desses espaços para a população da capital. A concessão visa ampliar a infraestrutura, oferecer novos serviços e revitalizar os espaços públicos, garantindo maior conforto e segurança aos usuários.
Investimentos e melhorias previstas na concessão de parques urbanos em São Paulo
O contrato de concessão terá duração de 30 anos, com investimentos estimados em mais de R$ 150,4 milhões ao longo do período. Desse total, R$ 64,1 milhões concentrarão os primeiros quatro anos, período em que a concessionária deverá realizar a requalificação das estruturas existentes, ampliar as áreas de lazer, implantar novos equipamentos esportivos e oferecer serviços voltados ao bem-estar dos frequentadores.
Além disso, a concessionária terá que cumprir metas e indicadores de desempenho previstos em contrato, assegurando a qualidade da gestão e operação dos parques. Importante destacar que os parques continuarão abertos ao público, sem cobrança de ingresso, mantendo o acesso gratuito para todos.
Transparência e participação social no processo de concessão de parques urbanos em São Paulo
Para garantir a transparência e a participação social na construção do modelo de concessão, o Governo de São Paulo realizou, no segundo semestre de 2025, duas audiências públicas e uma consulta online. Essas ações reuniram contribuições da sociedade civil, que foram incorporadas ao projeto final.
Os documentos da licitação, incluindo edital, contrato e anexos, estarão disponíveis para consulta no site da Secretaria de Parcerias em Investimentos e no Data Room do projeto a partir de 2 de abril de 2026. Interessados poderão enviar pedidos de esclarecimentos até 9 de junho de 2026 para o e-mail parquesurbanos@cpp.sp.gov.br.
Essa iniciativa reforça o compromisso do Governo do Estado com a gestão eficiente e participativa dos parques urbanos, promovendo melhorias que beneficiam diretamente a população da capital paulista.
Conclusão
A concessão de parques urbanos em São Paulo representa um avanço significativo na gestão dos espaços públicos da capital. Com investimentos robustos, metas claras e participação social ativa, o projeto busca revitalizar e ampliar a infraestrutura dos parques, garantindo serviços de qualidade e acesso gratuito para milhões de visitantes. O edital publicado pelo Governo do Estado marca o início de uma nova etapa para esses importantes equipamentos urbanos, que continuarão a ser locais de lazer, esporte e convivência para toda a população.
