Pesquisa da Arteris ViaPaulista revela alta taxa de não uso do cinto de segurança

Uma pesquisa realizada pela Arteris ViaPaulista revelou que 42% dos passageiros de automóveis não utilizam o cinto de segurança no banco traseiro.

O levantamento, realizado em 720 quilômetros de rodovias nas regiões de Ribeirão Preto, Franca, Araraquara, Botucatu e São Carlos, também mostrou que 15% dos usuários (1.667 de 11.023 observados) não usavam o cinto de segurança, incluindo motoristas e passageiros de automóveis, utilitários e caminhões.

  • Você viu algum acidente na estrada ou no trânsito? Pegou congestionamento? Deu problema no ônibus? Observou falha no Metrô, CPTM, ViaMobilidade ou ViaQuatro? Viu incêndio? Marque @mobilidadesampa no Twitter/X ou nos Stories do Instagram ou envie mensagem para o nosso WhatsApp (11) 96292-9448. A sua informação pode ajudar outro passageiro ou motorista!
  • Siga o Mobilidade Sampa nas redes sociais: estamos no Twitter/X, Facebook e Instagram. Se inscreva em nosso canal no YouTube. Siga também o nosso canal no WhatsApp ou Telegram.
  • Você tem um negócio ou marca e deseja anunciar? Anuncie em nosso site ou redes sociais e impulsione sua marca para o topo! Saiba mais aqui.
  • Entre os motoristas, apenas 4% não utilizavam o cinto, enquanto a taxa de não uso pelos passageiros no banco da frente era de 7%.

    A situação é ainda mais grave entre caminhoneiros: 28% dos motoristas de caminhão e 38% dos passageiros do banco dianteiro não usavam o cinto.

    A gerente de Operações da Arteris ViaPaulista, Ana Gonçalves Caetano, destacou a importância do uso do cinto para prevenir lesões e salvar vidas, ressaltando os esforços da empresa em campanhas educativas, como o programa “Tô de cinto, tô seguro”.

    O Código de Trânsito Brasileiro torna obrigatório o uso do cinto para todos os ocupantes do veículo, e o não cumprimento da regra resulta em uma multa de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH.

    Além disso, o uso do cinto reduz o risco de morte em acidentes em pelo menos 60% para os ocupantes do banco da frente e 44% para os passageiros do banco traseiro, segundo a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet).

    Deixe um comentário