Arteris zera emissões de CO2 do consumo de energia pelo terceiro ano consecutivo

Em busca de evolução contínua da sua eficiência energética com a transição para fontes renováveis, a Arteris, umas das maiores gestoras de rodovias do país, adquiriu 90.544 Certificados Internacionais de Energia Renovável” (I-RECs + REC Brazil) entre 2021 e 2023, zerando suas emissões de gases de efeito estufa pelo terceiro ano consecutivo no consumo de energia elétrica. Com isso, 6.288 toneladas de dióxido de carbono (tCO₂e) foram evitadas.

“A cada ano, procuramos avançar no alcance das metas que estipulamos em nosso pilar de ecoeficiência, buscando um modelo de negócios mais sustentável e alinhado às melhores práticas mundiais”, comenta Christiana Costa, superintendente de Sustentabilidade na Arteris.

A aquisição dos I-RECs + REC Brazil está em linha com o Plano de Descarbonização previsto na Agenda ESG da Arteris e com a meta de 100% de consumo de energia elétrica de fontes renováveis.

Usinas solares e Mercado Livre de Energia

Outra iniciativa importante da Arteris na descarbonização de suas atividades é a instalação de usinas solares próprias.

Em 2018, três delas foram implementadas na concessionária Arteris Fluminense, no estado do Rio de Janeiro.

De lá para cá, outras 39 instalações foram inauguradas nas concessionárias Arteris Intervias e ViaPaulista, no interior de São Paulo.

As praças de pedágio, as bases operacionais de atendimento ao usuário e as sedes administrativas da ViaPaulista já utilizam energia gerada por painéis solares.

A meta é, com investimentos de R$ 16 milhões, ter uma produção de energia solar correspondente a 20% do total consumido por todas as concessionárias, com redução de 230 toneladas de CO2 por ano. Em 2023, foram reduzidas 16 tCO₂e nas emissões atmosféricas.

Desde 2021, a companhia também opera no Mercado Livre de Energia. No final do ano passado, a Arteris terminou a migração de 20 unidades consumidoras das concessionárias Arteris Régis Bittencourt, Arteris Planalto Sul e Arteris Litoral Sul.

De acordo com a empresa, essa mudança da matriz energética gera uma economia de custo de até 25% de fornecimento de eletricidade.

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