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segunda-feira, maio 27, 2024

Situação da dengue em São Paulo preocupa autoridades de saúde

Até este domingo (5), o estado de São Paulo registra 587 mortes por dengue em 2024, de acordo com o painel de monitoramento da doença da Secretaria Estadual da Saúde (SES). Além disso, há 719 mortes em investigação.

Em relação aos casos, o estado contabiliza 922.139 casos confirmados. Destes, 910.579 são leves, 10.468 apresentam sinais de alarme e 1.092 são considerados graves.

Na capital paulista, os números também são alarmantes. A cidade ultrapassou os 270 mil casos de dengue em 2024, registrando 286.694 casos, conforme atualização do painel de monitoramento da doença da Secretaria Estadual da Saúde (SES) deste domingo (5). Os óbitos confirmados somam 104.

Segundo o último boletim de arboviroses divulgado pela Prefeitura, todos os 96 bairros da cidade estão em situação de epidemia.

No entanto, o cenário se torna ainda mais preocupante com a morte de um menino autista de 4 anos na última sexta-feira (3), após receber antibiótico para tratar dor de garganta na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Ermelino Matarazzo.

A aplicação da vacina na cidade continua restrita exclusivamente a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, público-alvo definido pelo Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde.

Para receber o imunizante, a criança deve estar acompanhada de um responsável, portando documento de identidade, cartão de vacina e comprovante escolar ou de residência. Além disso, não pode ter sido diagnosticada com dengue nos últimos seis meses.

As autoridades de saúde reforçam a importância de medidas preventivas, como evitar qualquer reservatório de água parada sem proteção em casa. Desde grandes espaços como caixas d’água e piscinas abertas até pequenos objetos como tampas de garrafa e vasos de plantas podem servir como criadouros para o mosquito transmissor da dengue.

Recomenda-se colocar areia no prato das plantas ou trocar a água semanalmente, esfregando os recipientes para retirar os ovos do mosquito depositados na superfície interna. Pneus velhos devem ser furados e guardados com cobertura, e garrafas pet e outros recipientes vazios devem ser entregues à limpeza pública. Vasos e baldes vazios devem ser colocados de boca para baixo, e áreas que acumulem água de chuva devem ser secas. Também é essencial tampar as caixas d’água.

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    Paulistano, empreendedor e pai. Formado em gestão pública e graduando em Direito. É fascinado por temas relacionados a mobilidade urbana e o transporte público. É o redator de conteúdo dos sites de mobilidade do Grupo PLN. Quer entrar em contato com o Igor? Envie um e-mail para igor@grupopln.com.br.

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