Obras de restauro da estação Jundiaí estão na segunda fase

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Estação Jundiaí da CPTM (Foto: Dayane Priscila)

As obras de restauração da estação Jundiaí, no interior paulista, seguem avançando em sua segunda fase.

Por se tratar de uma edificação tombada, o projeto de conservação e restauro foi submetido à análise dos órgãos de preservação, tendo a aprovação do CONDEPHAAT e COMPAC.

Nesta fase, as obras contemplam a plataforma central, que está recebendo calhas e pinturas na taberneira de acabamento da cobertura e do forro de madeira.

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Manutenção e restauro do forro de madeira da estação Jundiaí (Foto: Pedro Moro/CPTM)

A passarela histórica também é alvo de intervenções, além do restauro na plataforma 1.

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Histórica passarela da estação Rio Grande da Serra (Foto: Pedro Moro/CPTM)

A estação Jundiaí atende atualmente os trens do Serviço 710, com partidas desta histórica parada até outra estação que faz parte da história da ferrovia paulista, Rio Grande da Serra.

As duas estações possuem 155 anos, é bom ver que em Jundiaí a situação é de preservação do local, enquanto Rio Grande da Serra, até um pedaço da passarela foi vendida como sucata. Isso mostra o contraste entre os locais: um é alvo de preservação e restauro, já que é interesse do Estado concedê-lo em breve para à iniciativa privada, enquanto o outro, segue em estado de abandono.

O Complexo da Estação Ferroviária de Jundiaí é o ponto terminal da antiga São Paulo Railway, sendo a primeira linha ferroviária em território paulista que conectou o planalto ao litoral. As tipologias arquitetônicas da estação refletem o partido adotado pelos ingleses nas primeiras construções ferroviárias de São Paulo.

O valor inicial do empreendimento foi orçado em R$ 6,8 milhões. As obras da segunda fase devem ser concluídas no segundo semestre deste ano.

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