Obras do BRT Aricanduva devem começar até o fim de 2022

O Prefeito Ricardo Nunes prevê que as obras do BRT Aricanduva, na Zona Leste da cidade de São Paulo, comecem no final deste ano.

A projeção foi dada após o Banco Mundial apresentar os resultados do projeto Smart Mobility, que é uma iniciativa conjunta entre a Prefeitura e o governo do Reino Unido.

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  • O projeto já está em andamento e deve ser concluído entre abril e maio. São R$ 16 milhões somente nessa primeira fase. Concluindo o projeto, a gente já tem o contrato assinado com o Banco Mundial para o financiamento”, explicou o prefeito. “Uma parte é do Banco Mundial e a outra parte é da Prefeitura. A gente já tem os recursos disponibilizados e é só soltar o edital. É possível ter o início das obras ainda neste ano”, completou Ricardo Nunes.

    Os tópicos mais importantes desenvolvidos no projeto foram a questão da modernização semafórica, corredores de ônibus, governança no transporte, expansão de ciclovias, carga urbana, entre outros pontos, além de uma análise sobre o BRT Aricanduva.

    O secretário executivo de Transporte e Mobilidade Urbana, Gilmar Pereira Miranda, comentou que todos os itens do estudo serão analisados para que futuramente possam ser trabalhados na cidade. “Os produtos serão esmiuçados e trabalhados dentro da nossa secretaria para o desenvolvimento de uma mobilidade muito mais efetiva e inclusiva na cidade”, concluiu o secretário executivo de Transporte e Mobilidade Urbana, Gilmar Pereira Miranda.

    Smart Mobility

    O Programa de Mobilidade Inteligente (Smart Mobility) teve como objetivo principal apoiar a Prefeitura de São Paulo no desenvolvimento e implementação de projetos pilotos que incluem tecnologias inovadoras para melhorar a mobilidade e acessibilidade na cidade.

    “A parceria firmada entre o Reino Unido e a Prefeitura de São Paulo trabalhou para melhorar o planejamento estratégico da mobilidade priorizando os pedestres, ciclistas e usuários do transporte público a fim de aumentar a qualidade de vida da população, principalmente das comunidades mais vulneráveis”, afirmou o cônsul geral do Reino Unido em São Paulo, Jonathan Knott.

    O programa termina com recomendações chaves. Foram 4,5 milhões de dólares investidos, um dos maiores serviços analíticos e de consultoria feitos pelo Banco Mundial no Brasil”, destacou a gerente de operações do Banco Mundial no Brasil, Sophie Naudeau.

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