Quicko lança recarga de bilhete único via PIX e prevê um aumento de 4 vezes na venda de créditos

Novidade chega primeiro para usuários do aplicativo nas cidades de Salvador e São Paulo; Nova forma de compra de crédito auxilia no combate à pandemia, evitando a exposição desnecessária para deslocamento a um ponto de recarga

162
Cinco atividades Google Station Transporte público
Foto de rawpixel.com por Pexels

Nos últimos meses, a Quicko avançou em muitas inovações nos serviços oferecidos pelo aplicativo. Depois do mapa de vacinação, o “Aviso de Assédio” e melhorias na usabilidade da plataforma, a startup brasileira de mobilidade urbana adere um novo método de pagamento para recarga do bilhete de transporte: o PIX.

Dessa forma, a Quicko se torna o primeiro aplicativo de transporte público a incorporar o novo método de pagamento. O PIX garante aos usuários mais facilidade, rapidez e menos burocracia no momento da recarga, e para a startup, um crescimento de duas vezes da sua operação na cidade de São Paulo.

Segundo o Banco Central, já são 83 milhões de pessoas físicas e mais de 5,5 milhões de empresas que cadastraram mais de 242 milhões de chaves PIX. A utilização do serviço brasileiro de pagamentos instantâneos, PIX, em apenas 8 meses de operação já supera a de outros meios de pagamentos mais antigos, como DOC, TED e boleto bancário. O aplicativo gera um código PIX que pode ser pago em qualquer banco ou carteira digital que possua a função. Por enquanto, está disponível para Android, nas cidades de São Paulo e Salvador.

Pedro Somma, CEO da Quicko, acredita que a disponibilização do PIX para a recarga de Bilhete Único é mais um importante passo em direção ao futuro da mobilidade urbana e da praticidade. “Mobilidade como serviço é oferecer aos usuários soluções que facilitam o dia a dia, seja na forma de se deslocar pela cidade ou nos formatos de pagamentos no transporte, tornando as rotinas mais simples. A digitalização dos pagamentos é uma realidade em diversas cidades do mundo também na hora de pagar o ônibus ou o metrô, queremos acelerar esse processo no Brasil, que ainda tem um percentual de pagamento em dinheiro nos transportes alto. Nesse sentido, o PIX é um forte aliado”, conta.

O Brasil, assim como o resto do mundo, sofreu mudanças no comportamento digital de seus consumidores devido à pandemia, que demanda menor aproximação social, exposição e toques em superfícies “comunitárias”, evidenciado pelo levantamento realizado em oito países pela global Bain & Company. Segundo a consultoria, o uso do dinheiro diminuiu, em média, 30% ao redor do mundo, sendo priorizados os métodos de pagamento que não demandam contato.

A pandemia, no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas e Cartões de Créditos e Serviços (Abecs), fez com que a modalidade de pagamento sem contato crescesse 469,6% no comparativo entre 2020 e 2019. O transporte público também foi afetado por este movimento: segundo dados da SPTrans, o ano de 2020 foi o período em que menos passageiros pagaram transporte público em dinheiro, com um média de 200 mil passageiros por mês no início do ano, com queda acentuada em abril (pouco mais de 60 mil).

Deixe seu comentário