Radial Transporte coleta mais de mil quilos de alimentos para ajudar Central Única das Favelas

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Alimentos Doação
Foto: Divulgação/Radial Transporte

Ação solidária organizada entre a Radial Transporte e Central Única das Favelas (CUFA) arrecadou mais de mil quilos de alimentos para ajudar as famílias prejudicadas pela pandemia do novo coronavírus. A arrecadação, que teve início em 26 de maio, mobilizou tanto os motoristas, cobradores, fiscais e demais colaboradores da empresa quanto os passageiros que dependem do transporte coletivo das cidades de Suzano, Ferraz de Vasconcelos e Poá.

A campanha “Radial Solidária – Movimento contra Fome” apareceu em cartazes e também aproveitou do ambiente virtual das redes sociais para conscientizar a população sobre a importância de garantir alimentação básica para quem mais precisa.

Os interessados em participar deixaram alimentos não-perecíveis, como sal, macarrão, feijão, arroz, café, fubá, açúcar, polvilho, farinha de trigo, em recipientes de recolhimento espalhados dentro dos ônibus das principais linhas municipais que atendem o Alto Tietê, nos terminais rodoviários e nas garagens da Radial Transporte.

As caixas foram encaminhadas ao Centro de Distribuição Familiar (CDD) em Ferraz de Vasconcelos, localizado na Avenida Stella Mazzka, na Vila Santa Margarida, para ser devidamente partilhada entre as comunidades mais carentes.

“Esta é uma ação muito bonita e importante, e sabemos que mesmo um pequeno gesto é suficiente para encher o prato de uma criança carente”, comenta Júlia Pereira, coordenadora de Recursos Humanos da empresa. “A pandemia impactou de maneira negativa muito setores da sociedade, inclusive o nosso. Porém, nós continuamos ao lado das pessoas que dependiam do transporte coletivo para chegar aos seus empregos. Muitas atividades, mesmo durante a pandemia, não pararam por completo”.

Com o fechamento dos comércios em diferentes momentos da pandemia em uma tentativa de não sobrecarregar o Sistema Único de Saúde e impedir a disseminação do Covid-19, muitos dos trabalhadores acabaram sem emprego e, consequentemente, sem renda para alimentar a própria família.

“Em respeito à população, nós continuamos operando, seguindo todos os protocolos de segurança, higienizando os ônibus com produtos de limpeza industrial, distribuindo máscaras para impedir a disseminação do vírus e proteger a saúde dos passageiros. Estamos mobilizando nossas forças para ajudar ainda mais quem precisa”, conclui Júlia.

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