1 a cada 5 viagens de bicicletas compartilhadas começam ou terminam em estações de metrô ou terminais de ônibus

Tembici fomenta a importância da intermodalidade para a construção de cidades inteligentes e estima crescimento de 700 viagens a mais por mês com novas estações do Bike Sampa

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Bike Sampa Faria Lima
Bike Sampa, próximo à estação Faria Lima da Linha 4-Amarela, no Largo da Batata (Foto: Divulgação)

A integração modal nas grandes cidades permite que pessoas que vivem longe das regiões centrais acessem o sistema de transporte, característica muito comum nos centros urbanos brasileiros, onde há uma grande periferia residencial e a concentração de empregos e atividades estão localizadas no centro da cidade, exigindo o deslocamento de muitas pessoas em grandes distâncias.

Para contribuir ainda mais com essa realidade, a Tembici, líder em tecnologia para micromobilidade na América Latina, apresenta, desde dezembro de 2020, duas novas estações do Bike Sampa, próximas às saídas das estações Santo Amaro e Hebraica-Rebouças, ambas na Linha 9-Esmeralda da CPTM.

Em um levantamento realizado pela empresa, mais de 20% das viagens com as bicicletas compartilhadas começam ou terminam em estações próximas a pontos de transporte público, ou seja, 1 a cada 5 viagens do Bike Sampa, que funciona 24 horas, são originadas em estações de integração modal. A Tembici prevê 700 viagens a mais por mês com as duas novas estações.

Segundo Renata Rabello, gerente de planejamento urbano da Tembici, os sistemas de bicicletas compartilhadas da empresa são planejados conforme três pilares essenciais: integração modal, infraestrutura cicloviária e concentração de empregos e atividades.

De acordo com a urbanista, ao combinar essas três condições com a densidade das estações é possível garantir distâncias caminháveis entre elas, bem como êxito na performance dos sistemas de bicicletas compartilhadas.

“A integração modal é sem dúvida o pilar mais importante no acesso de mais pessoas ao sistemas. A infraestrutura cicloviária é essencial para garantir segurança e conforto aos usuários, muitos deles recém iniciados no ciclismo urbano. Nosso objetivo é facilitar o acesso de todos às bicicletas, defendendo a concentração delas em local de densidade de empregos e principais pontos de interesse da população”, comenta.

Recomendações de uso da bicicleta

Alinhado às recomendações dos órgãos de saúde, desde o início da pandemia de coronavírus, a Tembici reforçou o processo de higienização das bicicletas e estações. Além da limpeza diária com álcool 70%, ainda no centro de operações, todas as bicicletas são lavadas com cloro diluído em água.

Mesmo com a limpeza recorrente, a empresa recomenda que os usuários também apliquem álcool em gel nas mãos antes e depois de utilizar as bicicletas, além de fazer uso de máscaras.

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