Grow anuncia reestruturação das operações dos serviços compartilhados de patinetes elétricos e bicicletas

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Patinetes elétricos da Grin
Patinetes elétricos da empresa Grin (Foto: Divulgação/Grin)

A Grow, empresa que opera os patinetes elétricos e bicicletas da Grin e Yellow, anunciou nesta quarta-feira, dia 22 de janeiro de 2020, mudanças em suas operações no Brasil.

“As medidas fazem parte de um processo de reestruturação da empresa. A decisão foi tomada para que a companhia promova um ajuste operacional e continue prestando serviços de forma estável, eficiente e segura”, informou a empresa.

A Grow vai manter a operação dos patinetes elétricos apenas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. A empresa vai encerrar suas operações de patinetes em Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Florianópolis, Goiânia, Guarapari, Porto Alegre, Santos, São Vicente, São José dos Campos, São José, Torres, Vitória e Vila Velha. As patinetes que estavam nessas cidades serão transferidas para as cidades em operação.

Já as bicicletas, a Grow informou que elas estão temporariamente fora de circulação. “Elas foram recolhidas das ruas para que sejam submetidas a um processo de checagem e verificação das condições de operação e segurança. A empresa está em busca de parcerias públicas e privadas para fortalecer e expandir sua operação”, informou a empresa.

“Planejar essa reestruturação nos colocou diante de decisões difíceis, porém necessárias para aperfeiçoar a oferta de nossos serviços e consolidar a nossa atuação na América Latina. O mercado da micromobilidade é fundamental para revolucionar a forma como as pessoas se locomovem nas cidades e continuamos acreditando que esse mercado tem espaço para crescer na região”, explica Jonathan Lewy, CEO da Grow.

Em parceria com uma consultoria de Recursos Humanos, a Grow está buscando a recolocação dos colaboradores demitidos. “Agradecemos aos colaboradores que estiveram conosco e estamos buscando sua recolocação no mercado de trabalho. É importante ressaltar que todos terão resguardados os seus direitos trabalhistas”, completa Jonathan Lewy.

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