Grow participa de Audiência Pública que discute micromobilidade em São Paulo

Pedestres, ciclistas e usuários interessados podem participar. Não é necessário inscrição prévia

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Patinetes e bicicletas Micromobilidade
Foto: Divulgação/Yellow
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A Grow, holding que detém as marcas de patinetes, bicicletas e bicicletas elétricas Grin e Yellow, participa nesta terça-feira, dia 21 de maio, da audiência pública organizada pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal de São Paulo para debater o Projeto de Lei 1/2019, sobre a mobilidade e a inserção de novos modais na cidade de São Paulo.

Um dos principais pontos a serem debatidos na audiência será o Decreto Municipal 58.750 e as multas que o município aplicará a quem infringir as regras estabelecidas para o uso de patinetes. A audiência, que deve ser presidida pelo vereador José Police Neto, acontece hoje no Auditório do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo entre às 19h e 22h.

A audiência reunirá especialistas em mobilidade, representantes do poder público, da sociedade civil e da iniciativa privada. Representando a Grow, estarão presentes Ariel Lambrecht, fundador da empresa, Marcelo Loureiro, diretor-geral no Brasil, Ricardo Kauffman, diretor de comunicação, e João Sabino, diretor de relações governamentais.

“O nosso objetivo com a micromobilidade é melhorar a vida dos cidadãos em metrópoles, por isso estamos em constante contato com as autoridades para colaborar no que for possível para a construção de uma regulamentação inteligente, que aumente a oferta de mobilidade segura e benéfica na cidade”, afirma Marcelo Loureiro, diretor-geral da Grow no Brasil.

Sobre o Decreto 58.750

Sobre as novas regras para o uso dos patinetes na cidade de São Paulo a Grow, detentora das marcas Grin e Yellow, tem a dizer:

“A regulamentação traz pontos importantes para a segurança e convivência dos usuários e não usuários de micromobilidade em São Paulo.

Vemos que a proibição da circulação de patinetes nas calçadas e a liberação do uso dos equipamentos em vias com velocidade máxima de até 40 km/h como medidas importantes.

No entanto, acreditamos que existem soluções melhores do que a obrigatoriedade do uso do capacete e a aplicação de multas a empresas operadoras e usuários. Mais eficiente do que obrigar o capacete é reduzir o limite de velocidade das vias de todos os modais, melhorar a infraestrutura cicloviária e educar o usuário.

Estamos nos mobilizando com ações de educação de usuários nas ruas das cidades e também por meio dos nossos aplicativos.

Entendemos que multa não é o melhor caminho para educar o usuário. E não se muda uma cultura em 15 dias. Nossa sugestão para que as novas regras sejam cumpridas é bloquear usuários reincidentes no descumprimento das regras até que passem por um treinamento de pilotagem segura. A Grow está disposta a colaborar neste sentido.

Desta forma ampliamos a educação do usuário e evitamos uma nova indústria da multa.

A terceirização da multa para as empresas de aplicativo é ineficaz e coloca em risco a oferta de micromobilidade não só de patinetes como de outros modais na cidade.

São Paulo é a maior e mais influente cidade do Brasil e tem a oportunidade de liderar o avanço da micromobilidade em todo o Brasil”.

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