Secretaria Municipal de Transportes apresenta novos táxis pretos elétricos da cidade

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O secretário municipal de Transportes, apresentou nesta segunda-feira, dia 12, os três primeiros táxis pretos movidos a energia elétrica na cidade. Os veículos estão incorporados à frota total de táxis de São Paulo, composta por 36.746 alvarás em funcionamento, sendo 3.340 deles pretos.

O táxi preto elétrico é um modelo e6 da montadora chinesa BYD e custa R$ 230 mil. O carro sai de fábrica com cinco anos de garantia e 10 anos de garantia para as baterias. Possui autonomia de até 300 quilômetros por carga e suas baterias podem ser recarregadas em até 12% quando o carro está em funcionamento. A recarga completa com o veículo parado leva em média duas horas.

“Já existe uma discussão em Brasília, tanto no Congresso quanto no Executivo para subsidiar o IPI, por ser um veículo que polui menos, tanto em carros individuais quanto em transporte coletivo. A SPTrans está fazendo teste e operando com ônibus elétrico na cidade utilizando dessa mesma tecnologia num processo de mudança de combustível convencional na frota do transporte coletivo”, disse o secretário. A montadora negocia com autoridades um desconto de 50% no IPVA. O secretário informou ainda que a prefeitura estuda a possível liberação do rodízio e do IPVA que compete ao município de São Paulo, por ser um veículo de energia limpa.

Atualmente, a BYD dispõe de quatro (4) eletropostos de abastecimento na cidade. Na medida em que a Aneel regulamentar e autorizar a venda desta energia este número crescerá. A empresa pretende comercializar cerca de 500 táxis elétricos na cidade de São Paulo.

A identificação do usuário com os modelos elétricos acontece por ser um veículo de luxo, com nível de ruído baixíssimo e zero de emissão de poluente, avaliam os fabricantes.

Para o secretário, o incentivo aos taxistas para aquisição do modelo elétrico também está no tempo de uso determinado pelo Departamento de Transportes Públicos para a troca do veículo: “Com este carro o proprietário pode rodar cinco anos a mais que um táxi convencional”. Hoje, um veículo táxi comum não pode ter mais de cinco anos de uso antes de ser trocado.

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