Motoristas do Uber reclamam de violência e insegurança no trabalho

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Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters

Motoristas do Uber têm reclamado de casos de violência desde que o aplicativo passou a aceitar pagamento em dinheiro, além de cartão de crédito. Eles relatam assaltos, alegam insegurança no trabalho, dizem sentir medo e chegam até a abandonar a plataforma.

O Uber disse que, ao oferecer pagamento em dinheiro, busca tornar a plataforma mais democrática, permitindo que mais gente use o serviço. A Polícia Civil informou que a empresa responsável pelo aplicativo tem colaborado com as investigações sempre que acionada.

Em um grupo de Whatsapp, motoristas do serviço trocam mensagens em situação de risco. Em um deles, um áudio foi enviado alertando sobre eventuais tentativas de assalto.

Em um comunicado enviado aos motoristas, o Uber recomenda que eles carreguem ao menos R$ 125,00 usado para servir de troco aos passageiros. O texto diz ainda que os motoristas cadastrados são obrigados a aceitar a opção em dinheiro.

Em setembro, funcionários do aplicativo organizaram um protesto no estacionamento do Estádio do Pacaembu, cobrando maior segurança. Eles reclamaram do aumento no número de assaltos e homenagearam o colega Osvaldo Luís Modolo Filho, morto com tiros e facada, durante assalto.

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