Viaduto Santo Amaro é liberado para trânsito de carros na Zona Sul

Quase sete meses depois de um acidente envolvendo dois caminhões abalar a estrutura do Viaduto Santo Amaro, que passa sobre a Avenida dos Bandeirantes, a via foi totalmente liberada para trânsito de carros. Os pedestres ainda não podem circular pelo viaduto.

Segundo a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras, as faixas da pista sentido bairro e a faixa central da pista sentido centro foram liberadas na madrugada desta terça-feira (6).

No dia 29 de agosto, a secretaria já havia liberado as duas faixas da pista sentido centro para tráfego de carros. Com isso, as duas pistas, com três faixas de rolamento cada, sendo duas para carros e uma para os ônibus, estão com a circulação normalizada. O viaduto permaneceu completamente interditado até dia 25 de fevereiro, quando duas faixas foram liberadas para a passagem de ônibus – no total, 25 linhas passam sobre a via. Depois, em março, a Prefeitura de São Paulo liberou os taxistas.

Contudo, o viaduto ainda não foi liberado para a circulação de pedestres já que as obras da calçada e da parte de segurança da via ainda estão em fase final. De acordo com a secretaria, as caçadas – que agora estão na duas laterais do viaduto – já foram concretadas, mas ainda falta a colocação de gradis nas cabeceiras no sentido Centro/Bairro, nas rampas de acesso e a instalação da iluminação. Já no sentido contrário, os gradis já foram colocados.

A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) informou que os pedestres devem realizar a travessia por baixo do viaduto, onde podem atravessar com segurança pela faixa de pedestre. A expectativa é que o trânsito melhore um pouco na região com a liberação do tráfego de carros no viaduto.

Na reforma, a gestão Fernando Haddad aproveitou para aumentar o vão central do viaduto, passando de 4,4 metros para 5,6 metros. Na parte inferior, segundo a secretaria, depois de finalizar o reforço estrutural na parte superior e da nova pavimentação, o viaduto recebeu jatos de concreto.

Fonte: Folha de São Paulo

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