Regras para reorganizar sistema de ônibus em SP incluem participação de empresas suspeitas

A minuta do edital publicado pela SPTrans (São Paulo Transporte) para reorganizar o sistema de ônibus trouxe critérios que mantiveram na disputa empresas investigadas pelo MPE (Ministério Público Estadual) tanto por terem sido alvo de contratos fraudulentos firmados com a gestão Fernando Haddad (PT) quanto de ligação com a organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Uma das suspeitas é que antigas cooperativas foram orientadas por agentes da Prefeitura a se transformar em empresas para conseguirem provar que atuavam no ramo de transporte, demonstrando capacitação técnica, e assim continuar a operar na cidade. O texto traz brechas dizendo que empresas que existem há menos de um ano “poderão apresentar balanço patrimonial e demonstrativo de resultados que refiram a intervalos inferiores ao exercício social, desde que os mesmos estejam previstos no seu Estatuto Social”.

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  • O MPE aguardava a publicação do edital para verificar se essas empresas seriam favorecidas pelo edital. Os promotores do caso não foram localizados na quinta-feira (9) para comentar.

    Fonte: R7

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